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Profanas

Elas não foram feitas para serem salvas.

Em um mundo que as chamou de frágeis, puras e sagradas, elas decidiram corromper o mito.

PROFANAS reúne contos de mulheres que ousaram atravessar o espelho da virtude, vilãs, anti-heroínas, bruxas, fadas, sereias e criaturas que rasgam o véu da inocência para revelar o lado sombrio do feminino. Aqui, o encanto tem dentes, a fé sangra, e a beleza é apenas mais uma armadilha.


Entre contos de vingança, desejo, poder e decadência, esta antologia apresenta uma nova mitologia para as mulheres que escolheram não se ajoelhar, mas erguer-se, mesmo que em meio às trevas.


Porque o profano também é sagrado, quando contado por elas.


HELENA revisita o mito da mulher mais famosa da Antiguidade sob uma lente sombria e contemporânea. Longe de ser apenas o estopim da Guerra de Tróia, Helena surge como uma força eterna — criada pelos deuses não para ser amada, mas para expor a violência do desejo, do poder e dos próprios mitos que a aprisionam.


Filha de Zeus, marcada por Afrodite e observada por Hera, Helena atravessa séculos como símbolo vivo: beleza que não adorna, que fere; corpo que não pertence, que consome. Sua escolha de partir com Páris não nasce do amor, mas da recusa em aceitar o papel de prêmio, santa ou culpada. Em Tróia, ela compreende o verdadeiro sentido do cavalo, da guerra e da narrativa que será escrita sobre ela — sempre por outros.


Misturando mitologia clássica, horror poético e crítica ao olhar masculino e divino, HELENA é um conto sobre mulheres transformadas em símbolos à força, sobre deuses que exigem sangue e sobre a sobrevivência do mito além dos próprios deuses. Uma história onde Helena não é causa da guerra — ela é o incêndio que revela tudo o que já estava prestes a queimar.



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